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História de Jundiaí 16 min de leitura

Jundiaí virou vila: por que 1655 e 1656 aparecem na história

A criação da vila marcou uma mudança política importante para o povoado, mas a própria data ainda exige cuidado: documentos preservados em diferentes épocas apontam para 1655 e 1656.

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Redação Jundiaí.net
Publicado em 27/09/2026 às 06:33
Jundiaí virou vila: por que 1655 e 1656 aparecem na história
Representação artística de Jundiaí no século XVII, em uma época de consolidação do povoamento e formação da vila, com a igreja, as primeiras construções e a paisagem que cercava o antigo núcleo colonial.

Durante os primeiros capítulos desta história, Jundiaí apareceu como território indígena, depois como uma região alcançada pela expansão colonial e, por volta de 1615, como um núcleo de ocupação que ainda estava começando a se formar.

Mas uma coisa é ocupar uma região.

Outra, bem diferente, é criar uma vila.

No Brasil colonial, transformar um povoado em vila significava dar a ele uma estrutura política e administrativa reconhecida dentro do sistema português. Era uma mudança importante para quem vivia naquele lugar — e também para as autoridades que passavam a exercer poder sobre o território.

É nesse momento que chegamos a dezembro de 1655 ou de 1656.

E aqui começa uma das pequenas, mas interessantes, controvérsias da história de Jundiaí.

Primeiro: o que significa “virar vila”?

Hoje, quando ouvimos que uma cidade foi criada, podemos imaginar algo parecido com a emancipação de um município moderno.

Não era assim no século XVII.

Jundiaí não se tornou naquele momento um município independente no sentido atual da palavra. A vila fazia parte da estrutura administrativa da América portuguesa e estava submetida às autoridades coloniais.

A criação de uma vila significava, entre outras coisas, estabelecer uma organização local de governo e justiça. A Câmara Municipal passava a ter um papel central na administração da comunidade.

Documentos posteriores mostram como essa estrutura funcionava em Jundiaí. As chamadas Cartas de Datas, produzidas a partir de 1657, registram pedidos de terras dirigidos às autoridades locais. Um estudo da USP identificou 61 desses documentos, considerados alguns dos registros mais antigos produzidos em Jundiaí.

Ou seja: poucos meses depois da data tradicionalmente associada à criação da vila, já encontramos uma máquina administrativa funcionando e produzindo documentos.

Isso é uma pista importante sobre a transformação que estava acontecendo.

Não era apenas mudar o nome do povoado

Uma vila colonial precisava de símbolos e instituições que representassem a autoridade pública.

Entre eles estava o pelourinho, associado à autoridade e à justiça da vila, além da Câmara e da cadeia.

Estudos sobre a formação das vilas coloniais mostram que o levantamento do pelourinho fazia parte do cerimonial de criação desses núcleos e simbolizava a autoridade concedida à nova vila.

Por isso, quando uma comunidade passava a ser vila, não estava simplesmente ganhando um novo título.

Estava entrando em uma estrutura política diferente.

Em Jundiaí, essa mudança também pode ser percebida pelos documentos que começaram a ser produzidos e preservados.

As Cartas de Datas mostram uma vila começando a funcionar

Um dos documentos mais interessantes para entender essa fase são as chamadas Cartas de Datas.

O nome pode parecer complicado, mas a ideia era relativamente simples: eram documentos usados para conceder terrenos a moradores que solicitavam áreas para construir suas casas, cultivar e organizar suas propriedades.

A dissertação de Kathlin Carla de Morais, defendida na USP em 2018, estudou um códice com 61 Cartas de Datas de Jundiaí de 1657. Segundo o trabalho, esses documentos eram verdadeiros contratos jurídicos de concessão de terras, lavrados pelos oficiais da vila.

Isso permite enxergar uma coisa que uma data isolada não mostra.

Em 1657, Jundiaí já tinha pessoas procurando formalizar o acesso a terrenos e autoridades locais encarregadas de analisar e registrar esses pedidos.

Era uma comunidade que começava a ganhar forma administrativa.

E as terras ficavam onde?

As Cartas de Datas também ajudam a entender como o núcleo urbano estava se formando.

Uma reportagem do Jornal da USP baseada nesse estudo informa que os terrenos concedidos ficavam ao redor da igreja matriz, na região onde hoje está a Igreja Nossa Senhora do Desterro.

Os documentos mostram ainda que os beneficiários tinham obrigações relacionadas à ocupação e ao cuidado das propriedades, incluindo a manutenção da entrada para permitir a passagem de pessoas e animais.

É uma informação aparentemente pequena, mas que ajuda a imaginar a Jundiaí daquele tempo.

Não havia ainda uma cidade como conhecemos hoje, com ruas asfaltadas, quadras perfeitamente definidas e bairros. Havia um núcleo muito menor, organizado ao redor da igreja e de propriedades que começavam a receber uma forma mais definida.

As decisões sobre a terra também já passavam por uma instituição pública.

A Câmara começa a aparecer na vida cotidiana

A Câmara tinha um papel muito maior do que o de uma prefeitura atual.

Segundo a pesquisa divulgada pela USP, as Câmaras municipais coloniais regulavam diversos aspectos da vida local, seguindo normas jurídicas portuguesas. Em Jundiaí, as concessões de terras eram feitas por meio dessa estrutura e tinham consequências tanto econômicas quanto sociais.

Receber um terreno não significava apenas ganhar um espaço para construir.

A concessão também ajudava a definir quem ocupava determinado lugar, como aquela área seria utilizada e quais responsabilidades o morador teria diante da comunidade.

Isso mostra que a transformação de Jundiaí em vila estava ligada diretamente à organização do território.

Mulheres também aparecem nesses primeiros documentos

As Cartas de Datas guardam ainda uma surpresa para quem imagina a sociedade colonial apenas pela presença dos homens.

Entre as pessoas que solicitaram terrenos estavam mulheres viúvas, casadas e solteiras.

O estudo analisado pelo Jornal da USP registra, por exemplo, o caso de Agostinha Rodrigues, que apresentou três pedidos de terras à Câmara e teve os três aprovados.

Isso não significa que a sociedade colonial fosse igualitária — longe disso.

Mas os documentos mostram que algumas mulheres participavam diretamente de decisões relacionadas à propriedade, à moradia e à expansão das áreas ocupadas.

É justamente esse tipo de detalhe que torna as fontes antigas tão importantes: elas permitem enxergar pessoas que desaparecem quando a história é contada apenas por nomes de fundadores, governadores e autoridades.

Mas afinal: 1655 ou 1656?

Aqui chegamos à parte mais conhecida da discussão.

Durante muito tempo, 14 de dezembro de 1655 foi tratado como a data de criação da vila de Jundiaí.

Um trabalho acadêmico da USP sobre as Cartas de Datas, por exemplo, identifica Jundiaí como elevada à vila em 1655. A própria documentação estudada pela pesquisadora é de 1657, portanto já pertence ao período imediatamente posterior à criação da vila.

Mas em 2018 o pesquisador Samuel Vidilli tornou público outro documento encontrado no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa.

O documento aponta para 14 de dezembro de 1656.

A descoberta foi divulgada pela Prefeitura de Jundiaí naquele ano como uma mudança na data tradicionalmente utilizada. O pesquisador apresentou o documento como um registro que indicaria a criação da vila em 1656.

Desde então, a data de 1656 passou a ser adotada oficialmente pelo município.

Mas há um detalhe importante nesse documento

É aqui que vale fazer uma distinção que costuma desaparecer nas versões mais resumidas da história.

O documento disponível hoje no Arquivo Histórico de Jundiaí não é o original produzido em 1656.

Trata-se de um traslado, ou seja, uma cópia formal de um documento anterior.

O acervo informa que esse traslado foi produzido em 1767 e relata o Auto de Criação da Vila de Jundiahy em 14 de dezembro de 1656. O documento está associado ao acervo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, sob a referência PT/TT/PBR/0004/026.

Isso não significa que o documento deva ser descartado.

Pelo contrário. Ele é uma fonte histórica importante e foi preservado justamente para registrar um ato anterior.

Mas, jornalisticamente, é mais correto explicar ao leitor o que ele é do que simplesmente escrever que “o original de 1656 foi encontrado”.

O que foi localizado e disponibilizado é um traslado de 1767 que registra o auto de criação da vila atribuído a 1656.

O documento conta mais do que apenas a data

O traslado preservado no acervo municipal não trata somente do ano.

A descrição arquivística informa que o documento registra o evento de elevação da freguesia de Jundiaí a vila, identifica fundadores e povoadores presentes e menciona a comissão responsável pela formalização do ato.

Também aparecem referências a elementos importantes da organização territorial daquele período, como a matriz, o pelourinho, a Vila de Parnaíba e a Câmara da Vila de São Paulo.

Essas referências são particularmente interessantes porque ajudam a mostrar que Jundiaí não estava isolada.

A nova vila fazia parte de uma rede política e territorial maior, ligada às estruturas coloniais de São Paulo e de São Vicente.

Cerca de 80 famílias teriam participado do pedido

Há ainda outro aspecto interessante associado à descoberta de 1656.

Segundo a apresentação feita pelo pesquisador Samuel Vidilli à Prefeitura, cerca de 80 famílias do povoamento do sertão de “Mato Grosso de Jundiahy” teriam participado de um abaixo-assinado levado às autoridades da Capitania de São Vicente para pleitear a criação da vila.

Esse dado é importante porque muda um pouco a imagem de uma vila criada simplesmente por uma ordem distante.

Se a documentação descrita por Vidilli estiver sendo corretamente interpretada, havia também uma movimentação dos próprios moradores interessados em obter uma organização política formal para a comunidade.

É preciso, porém, manter a atribuição: essa informação deve ser apresentada como parte da pesquisa e da interpretação divulgada pelo pesquisador, e não como um fato independente que dispense a consulta ao documento.

Por que os moradores queriam uma vila?

A resposta mais provável não está em uma única razão.

Uma comunidade que crescia precisava de mecanismos para organizar terras, resolver conflitos, estabelecer regras locais, administrar interesses econômicos e representar seus moradores diante das autoridades superiores.

É justamente o que aparece nas fontes produzidas pouco depois.

As Cartas de Datas mostram moradores recorrendo à Câmara para obter terrenos. A existência desses documentos indica que a nova estrutura política tinha consequências muito concretas para a vida cotidiana.

Não estamos falando apenas de uma cerimônia.

Estamos falando de quem podia ocupar determinado terreno, como uma propriedade seria organizada e quem teria autoridade para registrar e validar essas decisões.

Jundiaí já tinha uma igreja e um núcleo de povoamento

Outro ponto importante é que a vila não surgiu em um lugar completamente novo.

A documentação posterior aponta para a região da matriz como núcleo do povoamento urbano. As concessões de terras registradas em 1657 estavam relacionadas justamente a essa área.

Isso ajuda a visualizar a sequência dos acontecimentos.

Primeiro, a ocupação colonial se espalha pelo território.

Depois, um núcleo de moradores se consolida.

Esse núcleo passa a contar com referências religiosas e espaços de convivência.

Em seguida, ganha uma estrutura administrativa própria.

É nesse processo que Jundiaí deixa de ser apenas um ponto de ocupação no caminho para o interior e passa a funcionar como uma vila colonial.

1655 ou 1656: o que podemos afirmar com segurança?

É possível contar essa história sem escolher artificialmente um lado da discussão.

Existe uma tradição historiográfica consolidada que utiliza 1655. Estudos acadêmicos ainda fazem referência a esse ano, inclusive trabalhos dedicados diretamente aos documentos produzidos pela vila.

Ao mesmo tempo, existe um traslado arquivado pela Torre do Tombo que registra o Auto de Criação da Vila de Jundiahy em 14 de dezembro de 1656 e que passou a fundamentar a data adotada oficialmente por Jundiaí.

Portanto, a maneira mais responsável de escrever não é simplesmente afirmar que “1655 estava errado” ou que “1656 encerrou toda a discussão”.

O mais correto é explicar que há uma divergência documental sobre o ano e mostrar ao leitor quais são as fontes que sustentam cada referência.

O que não está em dúvida é a transformação da vila

Independentemente da diferença de um ano, existe algo muito mais importante para entender.

Na segunda metade do século XVII, Jundiaí já havia passado por uma transformação profunda.

O pequeno núcleo surgido no contexto da expansão para o interior agora tinha Câmara, autoridades locais, mecanismos de concessão de terras e uma organização política reconhecida dentro da estrutura colonial.

Os documentos de 1657 são uma espécie de fotografia desse momento.

Eles mostram pessoas pedindo terras, propriedades sendo delimitadas, autoridades registrando decisões e uma comunidade começando a organizar seu espaço.

É muito diferente da imagem de 1615, quando falávamos apenas do início da ocupação colonial.

De onde veio o nome “Mato Grosso de Jundiahy”?

Outro detalhe preservado na documentação ajuda a entender a paisagem daquele tempo.

Fontes municipais relacionadas ao documento de criação utilizam a expressão “Mato Grosso de Jundiahy” para se referir ao povoamento.

O nome combina duas características daquela região: a referência ao rio Jundiaí e a ideia de um território ainda fortemente associado às áreas de mata e ao sertão.

Não devemos imaginar o “Mato Grosso” de Jundiaí como o atual Estado de Mato Grosso. Trata-se de uma denominação colonial ligada ao território e à paisagem da região.

Esse detalhe também ajuda a perceber como o lugar era visto naquele período: uma área que já estava ocupada e organizada em alguns pontos, mas que ainda fazia parte da frente de expansão para o interior.

Jundiaí começa a deixar documentos de sua própria história

Talvez essa seja a maior diferença entre os capítulos anteriores e este.

Ao falar dos primeiros tempos de Jundiaí, dependemos muito de reconstruções feitas séculos depois, relatos tradicionais e documentos que chegaram até nós de maneira fragmentada.

A partir da criação da vila, a documentação começa a ficar mais próxima da vida cotidiana.

O Arquivo Histórico de Jundiaí preserva uma coleção colonial que inclui atas da Câmara, Cartas de Data, ordens régias, livros de diligências e outros documentos produzidos entre os séculos XVII e XIX.

Isso abre uma porta extraordinária para entender a cidade.

Em vez de perguntar somente quem “fundou” Jundiaí, podemos começar a perguntar quem morava aqui, onde essas pessoas viviam, como conseguiam terras, como resolviam conflitos, o que produziam e como a comunidade crescia.

A história começa a ganhar nomes, propriedades, documentos e decisões.

Uma vila pequena, mas estrategicamente posicionada

Jundiaí ainda estava longe de ser a cidade que conhecemos hoje.

Não havia grandes fábricas, ferrovias, avenidas ou bairros.

Mas sua posição geográfica já ajudava a explicar seu futuro.

A região estava conectada às rotas que saíam de São Paulo e avançavam para o interior. Ao longo do tempo, essa localização faria Jundiaí participar de diferentes ciclos econômicos e movimentos de ocupação.

A vila era pequena, mas estava em um ponto que ganharia importância crescente.

Esse talvez seja o melhor modo de entender a transformação de 1655/1656: não foi o nascimento de uma grande cidade, mas o momento em que um núcleo de povoamento passou a ter uma estrutura política que lhe permitiria atravessar os séculos seguintes.

1655 ou 1656? A resposta mais honesta

Para quem procura uma única data, a história de Jundiaí oferece uma pequena frustração.

Mas para quem gosta de história, oferece algo melhor.

Oferece documentos.

Temos a tradição de 1655 presente em estudos históricos e acadêmicos. Temos o traslado de 1767 que registra o auto de criação em 14 de dezembro de 1656. Temos as Cartas de Datas de 1657, que mostram a estrutura da vila já funcionando. E temos o próprio acervo histórico municipal preservando esses registros para pesquisa.

Em vez de apagar essa diferença, vale preservá-la.

Porque a história de uma cidade não fica menos interessante quando um documento coloca uma pergunta.

Às vezes, é justamente a pergunta que nos faz olhar com mais atenção para o passado.

Depois da vila, começa outra história

Se 1615 marcou o início tradicional da ocupação colonial e 1655/1656 marcou a criação da vila, ainda faltava muita coisa para Jundiaí se tornar o território que conhecemos hoje.

A vila começaria a se relacionar cada vez mais com os caminhos para o interior.

Seu território era enorme para os padrões atuais e ainda incluía áreas que muito tempo depois dariam origem a outros municípios.

Também viriam novos ciclos econômicos, mudanças na população, expansão das lavouras e, séculos mais tarde, o café, a ferrovia e a industrialização.

Mas tudo isso começou com uma transformação anterior e menos visível:

Jundiaí deixou de ser apenas um povoamento e passou a ter uma organização política própria dentro do mundo colonial português.

Esse é o verdadeiro significado de 1655/1656.

Fontes consultadas

  • Arquivo Histórico de Jundiaí — Traslado do Auto de Criação da Vila de Jundiahy no Ano de 1656, a 14 de dezembro, documento proveniente do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa.
  • Prefeitura de Jundiaí — divulgação do documento encontrado por Samuel Vidilli e da data de 14 de dezembro de 1656.
  • Prefeitura de Jundiaí — apresentação pública do traslado do auto de criação da vila.
  • Kathlin Carla de Morais — “Damos aos suplicantes os chãos que pede”: edição fac-similar e semidiplomática e estudo do manuscrito Cartas de Datas de Jundiaí do século XVII, FFLCH-USP, 2018.
  • Jornal da USP — reportagem sobre as Cartas de Datas e a organização da sociedade jundiaiense no século XVII.
  • Arquivo Histórico Professora Maria Angela Borges Salvadori — Acervo Digital de Jundiaí.
  • Maria Helena Degani Rocha — Arrolamento das fontes históricas de Jundiaí, Revista de História da USP, 1967.

Nota editorial: a documentação histórica sobre a criação da vila apresenta referências a 1655 e 1656. Neste texto, a divergência é apresentada como questão documental, sem tratar uma das datas como erro definitivo da outra.

Série Especial

As Origens & História de Jundiaí

Ver todos os 5 capítulos →

Esta matéria faz parte de uma série que resgata a formação histórica e documental da nossa cidade. Acompanhe a cronologia completa dos capítulos:

  1. Antes de Jundiaí existir, quem vivia nesta região? Muito antes de 1615, a região já era ocupada por povos indígenas. A chegada dos colonizadores marcou uma nova fase de uma história que envolve caminhos, agricultura, disputas pelo território e a formação de uma vila que seria muito maior do que a cidade a
  2. De onde vem o nome Jundiaí? A história por trás de um nome que nasceu no rio A origem do nome Jundiaí está ligada ao rio que atravessa a região e a uma palavra de origem indígena que atravessou séculos de história.
  3. Quem fundou Jundiaí? A história que os documentos ainda colocam em dúvida A versão tradicional aponta Rafael de Oliveira e Petronilha Rodrigues Antunes, mas registros antigos também citam outros nomes na formação do povoado.
  4. 1615: o que realmente estava acontecendo no início da história de Jundiaí? O ano é tradicionalmente usado como marco do povoamento colonial, mas a história daquele período envolve caminhos indígenas, expansão a partir de São Paulo e a ocupação de uma região que ficava além do antigo limite do planalto paulista.
  5. Jundiaí virou vila: por que 1655 e 1656 aparecem na história Você está aqui A criação da vila marcou uma mudança política importante para o povoado, mas a própria data ainda exige cuidado: documentos preservados em diferentes épocas apontam para 1655 e 1656.
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